20/02/2006
AME O MUNDO E AS PESSOAS COMO NUNCA - Renata Maria
|
|
| |
|
| |
| |
Quando nem ao menos estrelas Via bilhar E a noite se estendia Por horas Que não pude mensurar Tive medo de fechar os olhos E de tanto medo Pus-me a chorar. Do meu peito emergia dor e ressentimento Lágrimas escorriam pelos meus olhos Indaguei todo o tempo Perdi-te, eu lamento. Os soluços alternavam-se com os suspiros A saudade tinha a mesma face das lembranças Os teus olhos continuavam ali, Presos aos meus. Esvaíram-se as minhas forças Até que mesmo sem vontade Dormi E aconteceu o que eu temia Sonhei com você E no meu sonho me dizia Não há o que temer Pois sempre estou contigo Por mais que não me toque Não me sinta E não me veja Sou parte de você. O nosso amor não morreu Para onde eu fui É onde te espero Viva em paz Venha em paz O mundo ainda precisa de você Acorda o dia amanheceu Vai viver Ame o mundo e as pessoas como nunca Pois agente nunca sabe Quando nem “adeus” poderá dizer.
Renata Maria- Aracaju/SE
renata.maria@yahoo.com.br
www.poemasdeamor.com.br
| |
Escrito por Chamusca às 11h47
MORRER DE AMOR, É O MEU FIM - Renata Maria
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| |
Quão grande é a multidão Que me cerca em vão Superficialmente satisfaz Mas não há como devolver-me a paz Sem alcançar o meu coração Que se trancafiou na masmorra, Disse que sem você não se importa que morra Mesmo que complacentes mãos Se prestem a no apalpar, Triste fim esse meu, tudo parece acabar Morrerei de sede Afogado no mar da solidão, Inerente salvação, não me estende a mão Enquanto multidões Tentam resgatar-me com a rede Que foi tecida Com fios dourados de aproximação Mas a espada que cortou meu coração Parte-a também Não há mais salvação Além de você, mais ninguém Se não queres me pertencer E presenteia com este fim A quem te ama tanto assim A culpa pela qual parto, te lanço Para que nunca se esqueças de mim | |
|
|
|
Renata Maria - Aracaju/SE
renata.maria@yahoo.com.br
www.poemasdeamor.com.br
|
Escrito por Chamusca às 11h45
[ ver mensagens anteriores ]